Definitivamente, tenho que entrar pra era do wireless.
Tenho o maravilhoso hábito de me transformar numa pequena aranha perolada quando meus pés detectam os fios do computador perto da parede. Me enrosco toda, é um vexame. Já perdi um sapato assim, juro.
E o pior é quando tento me desenroscar e os fios vêm junto, desligando o computador. É uma beleeeeeza.
Acho que meu computador não gosta desse tipo de proximidade física. Ele fica nervoso e começa a travar. Deve ser tímido, o pobrezinho. Só nessa manhã ele travou duas vezes, e eu nem encoxei o mocinho hoje.
Cidade toma precaução para Papai Noel não ser acusado de pedofilia 06h30 - 28/11/2003
DUNEDIN, Nova Zelândia, 28 nov (AFP) - Uma pequena cidade da Nova Zelândia não deixará que as crianças se sentem no colo do Papai Noel durante as festividades de Natal por temer eventuais acusações de pedofilia, informaram esta sexta-feira os organizadores das festas.
As crianças da cidade de Mosgiel deverão sentar junto ao Papai Noel, em cadeiras especialmente fabricadas para a ocasião, quando forem fazer seus pedidos de Natal.
Gail Thompson, organizadora das festividades, explicou que esta precaução era absurda, mas necessária para evitar que, algum dia, as crianças venham a questionar o comportamento do Bom Velhinho.
Graham Glass, que vive o Papai Noel nas festas de Mosgiel, classificou a decisão de "totalmente ridícula".
Então fui pra Maringá de novo. Dessa vez, não teve banheira de hidromassagem... mas valeu. Como estava quente naquela terra, meu Deus. Muito quente. E olha que sou friorenta.
Mas o uó do borogodó foi a volta. Eu fui de avião e voltei de teco-teco. Um aviãozinho Embraer 120 - Brasília. Eu acho que qualquer coisa que leve o nome Brasília não pode dar certo. É uma contradição em termos. Mas, vejam vocês, aquele troço voava.
Na verdade, tremia pra cacete. E isso que nem peguei chuva. O bichinho tremia tanto que fiquei coçando. Sabe quando uma coisa vibra demais e você tem coceira? Foi isso mesmo o que aconteceu. O cinto vibrava e me dava coceira na barriga, o óculos de sol vibrava e me dava coceira no rosto. Fui parar de coçar eram umas nove e meia da noite - o vôo era às cinco da tarde.
E o pior foi o refrigerante. A aeromoça (tá bão, tá bão: comissária de bordo) serviu o lanchinho e o refrigerante. Apoiei o copinho na bandejinha, e no minuto e meio que o copinho ficou parado ali, vibrou tanto que saiu todo o gás. Juro. Guaraná diet sem gás, a cinco mil pés de altura. Ninguém merece. Ainda bem que não tava chovendo. Acho que foi a primeira vez que andei de avião "de verdade".
Meu guarda roupa tá voltando pra mim. Já devolvi pra natureza seis quilos que não eram meus (e isso tomando sorvete e tudo). Ainda faltam seis, mas já é meio caminho andado.
Ou eu posto pela manhã, ou não posto mais. O blogger tá cada dia mais insuportavelmente sobrecarregado. Cacete. O pior é conseguir entrar e ver que somos chamados de farofeiros. Porra.
E chega de palavrões, porque sou uma moça fina. Merda.
Então ontem tava lá eu, muito fina com minha meia calça e uma mule preta, de salto médio.
Mules, como vocês sabem, não possuem tiras que as prendam nos pés.
Essa informação é necessária pra compreender o motivo pelo qual meu sapato ficou preso no asfalto, no meio de um passo. Isso mesmo. No meio de um passo, o salto da mule ficou preso no asfalto. O sapato ficou, e eu fui. Eu tava andando rápido, então perdi o sapato e dei ainda uns dois passos no asfalto - ainda bem que nem a meia nem meu pé se arrebentaram nesse processo - até entender o que aconteceu, pra depois voltar e catar o sapato.
Lembram da espada do Rei Artur, que ficou presa na pedra e só um ser especial poderia tirá-la? Quase isso.
Não foi suficiente ter perdido o sapato dessa forma. Eu ainda tive que me agachar, com apenas um pé calçado, e puxar com força o que estava preso. Mas com muita força mesmo. E rindo feito doida, porque não me agüento nessas horas.
Mas não foi só. Tinha público. Umas cinco pessoas olhando pra doida.
É o que eu digo. Sou profissional. Comigo, é silviço compréto.
Os posts só estão saindo agora porque o blogger tá uma cousa di lôco. Sempre que tento postar, o infiliz informa que os servidores estão sobrecarregados. Aiai.
Aprendi, em primeiro lugar, que a vida obedece, mas é muuuuito burrinha. A gente tem que pedir de forma muito clara o que queremos, sem margem pra dupla interpretação. Pedi um relacionamento que, dentre outras coisas, me fizesse crescer. Então... Cresci, meio na marra, mas cresci.
Aprendi que tudo são escolhas. Nossas escolhas. Pro bem ou pro mal, mas sempre nossas escolhas.
Aprendi que não posso dar esse poder todo pra alguém. O poder sobre mim mesma tem que ficar comigo, caso contrário o risco de desastre total é quase certo. A pessoa pra quem se dá esse poder fica sem saber o que fazer. E acaba se comportando igualzinho ao Aprendiz de Feiticeiro, alagando a casa toda, sem saber o que fazer com todos aqueles baldes e vassouras. Aprendi que sou a única dona da minha dignidade pessoal.
Aprendi como é o inferno. E não gostei nem um pouco. E aprendi que sou digna de uma vida plena e incondicionalmente confortável, em todos os sentidos.
Aprendi que a gente não controla nossos sentimentos. Aprendi que quando a gente se apaixona, a gente se perde do nosso centro. E que só assim, se perdendo de si mesmo, a gente acaba se reencontrando.
Aprendi a ser menos petulante. Aprendi que, por ser a paixão/amor um sentimento tão forte e tão intenso, era muita pretensão da minha parte achar que podia controlar alguma coisa e que podia encarar isso tudo como apenas mais uma experiência na minha vida. Muita pretensão. Aprendi que tenho que ser humilde diante dessa força toda.
Aprendi que somos inacreditavelmente humanos. E que humanos têm uma fraqueza... Somos fracos diante do outro e por causa do outro, somos fracos diante nós mesmos. Principalmente diante de nós mesmos. Temos uma inacreditável capacidade de auto sabotagem.
Aprendi que uma grande paixão envolve, necessariamente, grandes riscos. E que posso optar por abraçar esses riscos e pagar pra ver, ou por me esquivar deles e voltar pra minha vida de anestesia. Mas eu já assumi o compromisso irrevogável com a intensidade. E optei por me arrepender do que fiz, ao invés do que deixei de fazer.
Aprendi que sou forte. Muito forte. Aprendi que sou capaz de renascer, de ressurgir das minhas próprias cinzas. Mas aprendi também que não preciso mais provar isso. Portanto, vida, agora só alegria. Já sei do que sou capaz, não precisa me lembrar de novo.
Aprendi que a dor é uma coisa violenta. Muito violenta. É um grande pesadelo, que arranca o ar dos pulmões e que nos deixa prostrados, arquejando. É um pesadelo de cores verdes e roxas, com flashes vermelhos. E entendi o motivo pelo qual a evitei durante boa parte da minha vida. E aprendi que uma dor só se esvazia depois que a gente deixa ela doer tudo o que tem pra doer, depois que a gente escarafuncha a ferida, limpa bem e deixa drenar tudo.
Aprendi que depois de uma grande dor, vem uma grande cicatriz. E que essa cicatriz vai doer de vez em quando, e que talvez vire aquelas cicatrizes de velhinhos, que coçam/doem/ardem quando vai chover. E isso pode ser bom.
Aprendi que um relacionamento só se faz a dois. Até então, eu sempre assumi a responsabilidade pelos meus relacionamentos. Aprendi que não dá certo. Aprendi que só conversando e conversando e conversando, sendo muito sinceros um com o outro, sem medo de se expor, é que a coisa pode andar.
Aprendi que sou capaz de remontar um esqueleto inteiro com minhas próprias mãos. Mas, pra enxergar os ossos, preciso da luz do outro. E eu tive essa luz. E pra abraçar esse esqueleto e dar-lhe vida novamente, detalhes sórdidos e, finalmente, a decisão de encarar o esqueleto e ver no que dava.
E agora vem a reta final dessa montanha russa.
Aprendi um monte com tudo isso.
Aprendi, em primeiro lugar, que a vida obedece, mas é muuuuito burrinha. A gente tem que pedir de forma muito clara o que queremos, sem margem pra dupla interpretação. Pedi um relacionamento que, dentre outras coisas, me fizesse crescer. Então... Cresci, meio na marra, mas cresci.
Aprendi que tudo são escolhas. Nossas escolhas. Pro bem ou pro mal, mas sempre nossas escolhas.
Aprendi que não posso dar esse poder todo pra alguém. O poder sobre mim mesma tem que ficar comigo, caso contrário o risco de desastre total é quase certo. A pessoa pra quem se dá esse poder fica sem saber o que fazer. E acaba se comportando igualzinho ao Aprendiz de Feiticeiro, alagando a casa toda, sem saber o que fazer com todos aqueles baldes e vassouras. Aprendi que sou a única dona da minha dignidade pessoal.
Aprendi como é o inferno. E não gostei nem um pouco. E aprendi que sou digna de uma vida plena e incondicionalmente confortável, em todos os sentidos.
Aprendi que a gente não controla nossos sentimentos. Aprendi que quando a gente se apaixona, a gente se perde do nosso centro. E que só assim, se perdendo de si mesmo, a gente acaba se reencontrando.
Aprendi a ser menos petulante. Aprendi que, por ser a paixão/amor um sentimento tão forte e tão intenso, era muita pretensão da minha parte achar que podia controlar alguma coisa e que podia encarar isso tudo como apenas mais uma experiência na minha vida. Muita pretensão. Aprendi que tenho que ser humilde diante dessa força toda.
Aprendi que somos inacreditavelmente humanos. E que humanos têm uma fraqueza... Somos fracos diante do outro e por causa do outro, somos fracos diante npreciso do calor do outro. E tive esse calor.
Aprendi que o esqueleto mais importante a ser remontado não era o do meu relacionamento com o Ricardo, mas sim o do meu relacionamento comigo mesma. Esse sim é esqueleto pra arqueólogo nenhum botar defeito. E pra remontar esse esqueleto eu tenho que respeitar minha dor, respeitar os limites que ela me dá.
Aprendi que quando a gente decide perdoar, tem que ser de verdade. É impossível brincar que nada aconteceu, ridículo. Mas é possível aceitar o erro como parte da história, e vê-lo como uma grande cicatriz na perna. Às vezes, essa cicatriz vai fazer com que a gente manque um pouco, mas ela faz parte de nós. E não podemos viver com medo de que ela abra, ou que por causa dela, necessariamente haverá outra.
Aprendi que nosso coração é nossa melhor bússola. Aprendi que a vida é hoje, e só hoje. Que cada dia é único, e que a entrega pra cada dia tem que ser total. Que a gente tem que viver o aqui e o agora, e não o lá e o então. O que passou, tá lá atrás. E o que ainda não passou, talvez não passe. Só temos o hoje.
Aprendi que a Kath tem toda a razão quando fala que o relacionamento tem que ser colocado numa planilha, e somando o positivo e o negativo, tem que dar azul no final. A minha soma deu azul. E só por isso vale a pena.
Aprendi que um relacionamento se constrói e reconstrói todo o dia, nesse eterno ciclo de morte/vida. E que uma só palavra na hora certa pode fazer nosso coração explodir de felicidade.
Aprendi que um relacionamento só funciona quando as duas partes querem e quando as duas partes se empenham. A rega tem que ser nos dois vasos.
Aprendi que espremer tomates é uma experiência libertado
É impressionante o poder que um Dorflex tem sobre o meu corpinho. Tenho evitado café na última semana e acho que estou uma pessoa melhor. Mas, às vezes, tenho umas crises de abstinência.
Foi o que aconteceu hoje. Acordei com muito sono e dorzinha de cabeça, mas resisti bravamente até as dez e vinte. Até que sucumbi.
A associaar alterações visuais, quanto à percepção das cores. Isso quer dizer que não precisarei tomar viagra pra enxergar as coisas azuis ou esverdeadas.
Um deles pode causar reações psicóticas. Hohohoho. Tenho que guardar todas as facas e manter afastadas todas as tesouras. E não me provoquem.
E não posso dirigir nem operar máquinas. De modos que não vou pra obra operar o guindaste, como faço todas as manhãs, nem vou pra roça usar o trator, como faço todas as tardes. Mas acho que posso continuar usando o computador.
Então eu peguei essa tal de broncoinfecção, que se somou a uma infecção renal. Vejam vocês que além de somatizar tudo, eu somatizo tudo ao mesmo tempo. Uma eficiência total, total.
De modos que segunda passei a tarde com febre, e amanheci ontem com 40 graus. Beleeeeza.
Aos poucos vou voltando. Já já respondo os comentários e posto cousas bacanas. Beijos pra vocês todos.
amo
tatinho, gosto de café, cheiro de filhote, beijo na boca, fungada no cangote, chocolate,
dormir no sol, música boa, jogar conversa fora, caipirinha de morango com vodca,
bichos de estimação que dormem no colo da gente, passear no parque, conhecer
gente nova, cozinhar, ler, lavar o cabelo, fazer maquiagem, rir muito, sabor de pimenta,
dança do ventre, feriado, sexo com qualidade, cheiro de banho, homem cheiroso,
minhas tatuagens, sapatos
odeio
pagode bundinha, gente babaca, mau humor, coração de galinha, moela, ressaca, buzina,
invasão de território, levar um cano, levantar muito cedo, ficar com a bexiga cheia,
meia desfiada, fatura de cartão de crédito, mau hálito