Às vezes, tudo o que a gente precisa é de uma noite pra comer bolo de maçã quente, recém saído do forno, tomar chá importado de frutas vermelhas, fazer reiki, falar bobagem, fazer cafuné nos gatos e baixar o ritmo. Pode contar comigo pra isso sempre, viu?
- Hum... - Hummm.. noz moscada em pó 1 colher de sopa de açúcar de baunilha 1 colher de sopa de fermento em pó 1 colher de chá de sal 100 g de uvas passas 4 a 5 maçãs azedinhas (tipo fuji ou verdes), cortadas em cubinhos mistura de 1 xícara de açúcar + 1 colher de sopa de canela em pó
Bater os ovos inteiros com óleo e açúcar. Depois de bater bem, juntar a farinha, o sal e o fermento. Continuar batendo e acrescentar as especiarias. Passar as passas e as maçãs em um pouco de farinha de trigo e incorporá-las à massa, com uma colher. Untar uma assadeira (forma média, ou duas formas de bolo inglês) e polvilhar com parte da mistura de açúcar e canela. Colocar a massa e polvilhar por cima com o resto da mistura de açúcar e canela. Assar em forno médio, por uma hora. Dica: peneirar os ingredientes secos antes de adicioná-los à massa.
momento paul rabbit - como melhorar sua vida com coisas simples
O cenário foi ontem, sete da noite, frio de menos de cinco graus, eu com cólicas (muitas, mas muitas mesmo) e fome (muita, mas muita mesmo).
Cheguei em casa, fiz um lanchinho delicioso, que incluiu bolo de maçã (aquele, meninas, aquele mesmo, desgraçadamente úmido), coloquei o pijamão e três meias, enfurnei-me embaixo das cobertas com quatro revistas fresquinhas, que acabaram de chegar (é por isso que amo assinaturas, aumenta a possibilidade de você ganhar uma surpresa boa quando chega em casa) e lá fiquei.
Dali a pouco, veio o Edmílson André e se acomodou entre meus pés. E logo depois, o Bóris, que se acomodou entre as minhas coxas. E lá fiquei, lendo revistas, com os dois ressonando (o Ed ronca, sabiam? o Bóris não, ele dorme que nem um bebezinho), curtindo aquele calor delicioso e as frescurinhas das matérias.
Minha fome passou, minhas cólicas desapareceram, meus pés ficaram quentes, e eu fiquei com aquela carinha vermelhinha e os olhos sonados, parecia que tinha bebido.
Isso se chama self-healing. Autocura, pra quem quiser traduzir. Ô vida boa.
"não estar a fim" é motivo pra falta justificada ao trabalho? know hall (em vez de know-how).
Mas tudo isso é pra dizer que hoje me lembrei de três erros muito ridículos.
Tem um termo jurídico, que é due process of law, ou seja, devido processo legal. O cara escreveu umas cinco vezes que era o duo process of law. Fiquei achando que ele foi no Boticário e viu aqueles duos de batom e de sombra, e ficou com a palavra na cabeça.
E o outro, um pouco pior. No sistema judicial, tem o tal do julgador monocrático, que é o juiz que decide sozinho, em primeiro grau de jurisdição. Então. O moço falou que o juiz democrático tinha julgado errado. E o outro cara falou que a decisão do juiz monocórdio tinha que ser alterada.
E por falar em religião, hoje de manhã vi três mulheres crentes, em locais distintos da cidade, uma mais jacu que a outra. Aquele cabelão sem pintar, todo despontado, com roupas em cores incrivelmente descombinantes.
Tá certo, vá lá que Deus tenha dito que mulheres não podem cortar o cabelo e só devam usar saias. Vá lá. Mas tenho certeza que Ele não disse que elas tinham que ser tão bregas.
O Tribunal de Justiça do Paraná está dando palestras pras crianças de escolas públicas, com a finalidade de dar noções de cidadania e coisa e tal. Então, uma vez por semana, vem aquela turba de selvagenzinhos, gritando pelos corredores, pra assistir palestrinha e ganhar biscoito de chocolate no lanche.
Até aí, tudo bem.
Hoje de manhã, ao ouvir a gritaria, um moço que trabalha aqui no gabinete gritou:
- êba!!! Daqui a pouco vou lá, roubar a merenda!!!
Isso só pode ser falta de religião, como diz a Fal.
Eu ia responder nos comentários, no post anterior, mas achei que merecia um post próprio.
Um sujeito juridicamente famosinho aqui de Curitiba (não vou citar nomes) é metido a enólogo e diz que só bebe vinho de vinhedos que ele conhece pessoalmente. A gente diz que, se for assim, só beberemos vinhos de Colombo...
"não estar a fim" é motivo pra falta justificada ao trabalho?- Humrumm... - Eca. - Eca? Quem falou Eca? - Fui eu, ô meu. Cê num acha que esse vinho tá com um gostão estranho? - Que é isso! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas. - Puta que o pariu! Você cheirou isso tudo aí no copo, meu? - Claro. Sou enólogo laureado. E o senhor? - Eu não, cebesta! Sou isso não senhor... Mas que isso aqui tá me cheirando a minha egüinha Gertrudes depois da chuva, tá. - Ai, que heresia! Valei-me Saint Mouton Rothschild! - O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor está gripado? - Isso são técnicas internacionais de degustação, entende? - Entendo. Lá no bar do Tiramãodaí a gente também tem umas manias esquisitas. - Ah, é? Os senhores também praticam degustação? - Não, só engolição. A gente olha bem a marvada, assim contra o sol, que é pra ver se num tem barata dentro, depois joga um tiquim pro santo e manda ver! A bicha desce que só vendo! Sai carrascando tudo, bate lá no bucho e sobe que nem rojão na festa da Trindade. Com meia dúzia o pessoal já tá avançando nas saias das comadres que é um desassossego. Às veiz sai tapa. - Disgusting! - Icha, um desgosto danado! Já teve casamento desmanchado... - Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e então... - E então molhar o biscoito, né? Tô fora, seu fruita adamascada. - O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no... - Mas num vai introduzir mais é nem! Desafasta! - Calma. O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens... - Eu sabia que tinha francês nessa história... - O senhor poderia começar com um Beaujolais. - Num beijo lé, nem beijo lá. Eu só é homem! - Então, que tal um mais encorpado? - Óia, num brinca! - Ou então, um suave, fresco. - Seu moço, o senhor tá brincando com fogo. - Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar. - Num vou não. Num é questão de tamanho e firmeza. Meu negócio é outro. - Então um aveludado e escorregadio. - E que tal a mão no pédouvido? - Ou um duro e macio? - E um tapão nas ventas? - Mole e redondo, com bouquet forte? - Agora o senhor pulou o corguinho... Não corre não! Eu te arrebento, seu bicha fedorento!
Loja de brinquedos em Nova York é invadida por "multid, é estritamente proibido, porque a brincadeira é diversão pura e nunca pode ser pra acalmar chororô. A pessoa tem que aceitar que, se o outro ficar com a bolinha, a brincadeira acabou. E não tem gandula: se a bolinha, por algum motivo, se perder ou for pra longe, o interessado em continuar a brincadeira deve pegar a bolinha e, delicadamente, reintroduzi-la no jogo. Vale a regra: se o outro não devolver a bolinha, caia fora. Procure outra pessoa e outra bolinha e começe de novo. É mágico.
Comigo funcionou assim: - ficamos, rolamos e o moço ficou de ligar - a bolinha estava com ele. - ele ligou - a bolinha estava comigo. - eu mandei um torpedo - bolinha com ele. - ele ligou e disse que ia ligar de novo - bolinha com ele. - ele ligou - bolinha comigo. - eu liguei e a conversa teve que ser forçosamente interrompida por questões alheias à nossa vontade - bolinha perdida. - liguei de volta, uma semana depois (quis continuar o jogo) e ele ficou de ligar pra marcar quando e onde - bolinha com ele. - o telefonema não aconteceu - fim de jogo.
A teoria da bolinha resolveu minha vida, juro. Óbvio? Pode ser. Mas pra mim, não era.
As fotos abaixo foram tiradas na Peggy Sue, na sexta. Sim, somos cara-de-pau mesmo, quase fiquei com cãimbra pra sustentar o pé nessa posição, mas valeu a pena. Divertido mesmo foi a Pati e a Vane direcionando o foco de luz pras nossas tatuagens... A profissão alternativa delas vai ser contra-regra e iluminadoras.
Esse pessoal não perde tempo.. O que eu recebi agora de manhã - e ainda não são dez horas...
"Briga de audiência é fogo: foi só o Silvio Santos falar que ia morrer, que o Roberto Marinho passou na frente"
Celebridades comentam a morte de Roberto Marinho
- Ih! O véio dançou! Ih, o véio dançou! O véio dançou! Ih! Ih!" - Didi Mocó
- "Grandesas fotos das minhas tatuagens:
Lindas, não? E, na boa, esse meu sapato marrom e amarelo é mesmo um luxo.
A Simone, essa menina linda aí embaixo, é minha companheira de tatoos. A orquídea dela é irmã mais nova da minha, e o meu ramalhete do pé é irmão mais novo do dela.
CPTP - condições perfeitas de temperatura e pressão
Hoje tá frio pra cacete aqui em Curitiba. O que me fez concluir que o trabalho só deveria ser obrigatório (e não facultativo) dentro de uma determinada faixa de temperatura: mais que 15 graus, menos que 28. Fora dessa faixa, a gente não precisaria ir, seria falta justificada.
Roberto Marinho chega no céu e encontra o Adolpho Bloch (antiga Manchete). Os dois se cumprimentam e começam a cantar juntos: Silvio Santos vem aí, lá lá lá lá lá lá....
CPTP - condições perfeitas de temperatura e pressão
Hoje tá frio pra cacete aqui em Curitiba. O que me fez concluir que o trabalho só deveria ser obrigatório (e não facultativo) dentro de uma determinada faixa de temperatura: mais que 15 graus, menos que 28. Fora dessa faixa, a gente não precisaria ir, seria falta justificada.
Com qual deputado eu falo?da Reuters, em Nova York da Folha Online
Uma "multidão-relâmpago", organizada para provocar uma aglomeração de pessoas em locais inesperados, invadiu ontem uma loja de brinquedos na Times Square, em Nova York, onde um dinossauro gigante ruge e assusta os clientes.
O grupo de cerca de 300 pessoas encarou o dinossauro, como se estivesse hipnotizado, depois caiu no chão gritando e levantando os braços. Um funcionário da loja correu para chamar o segurança, enquanto a "multidão-relâmpago" se dispersou tão rapidamente como se juntou.
Foi o sexto encontro da "multidão-relâmpago" em Nova York e o mais recente de uma série de encontros que tem surgido em diversos países. O evento conta com participantes que são convidados por e-mail a chegar a um local predeterminado com hora marcada.
Ontem em Londres, aconteceu a primeira "multidão-relâmpago" britânica. Cerca de 200 pessoas invadiram uma loja de móveis, sacaram os telefones celulares e começaram a elogiar os sofás.
Baseado em Nova York e sem nenhum propósito, o Projeto Multidão foi fundado em junho por um norte-americano chamado Bill, que enviou um e-mail a alguns amigos, que o encaminharam a seus amigos, e assim por diante.
As "multidões-relâmpago" já cruzaram os Estados Unidos e muitas cidades européias.
O primeiro evento na Europa ocorreu em Roma no mês passado, quando um grupo se reuniu em uma livraria e encheu os vendedores de perguntas sobre livros que não existem.
Entre os locais visitados pelo projeto em Nova York está o Central Park, onde a multidão gorjeou como pássaro e cacarejou como galo, antes de se dispersar. No Hyatt Hotel, os participantes começaram a bater palmas espontaneamente. Na loja de departamento Macy's, eles fingiram procurar por um "cobertor do amor". E em um loja de sapatos no Soho, eles atuaram como turistas de Maryland.
Segundo os organizadores, que pediram para não ser identificados, a graça da "multidão-relâmpago" é sua natureza absurda e inexplicável.
CPTP - condições perfeitas de temperatura e pressão
Hoje tá frio pra cacete aqui em Curitiba. O que me fez concluir que o trabalho só deveria ser obrigatório (e não facultativo) dentro de uma determinada faixa de temperatura: mais que 15 graus, menos que 28. Fora dessa faixa, a gente não precisaria ir, seria falta justificada.
Com qual deputado eu falo? - Yoda
- "Oh! E agora? Quem poderá me defender?" - ACM
- "A morte do Dr. Roberto Marinho é lastimável, mas ela não adiará o grande espetáculo de crescimento previsto para o final do ano." - Antônio Palocci
- "Ah! Finalmente uma boa companhia! Um bom papo reacionário! Aqui no inferno só tinha comunista e 'criôlo'!" - Paulo Francis
- "MAAAAAAAAAAAAARRÉU!" - Nerso da Capitinga
- "Se no fim de meu mandato, todos os brasileiros puderem comer presunto no café, presunto no almoço e presunto no jantar, poderei dizer: cumpri a minha missão!" - Lula
- "Roberto Marinho morreu? Ahhh, não fode! Isso é sacanagem do Cocadaboa!" - Leitores do Cocadaboa
- "Eu já sabia!" - Mãe Dinah
- "Isso não é nada que a minha empresa não possa resolver..." - Rael
- "Primeiro acabaram com o Leão Marinho, depois foi a extinção do Cavalo Marinho, e agora, o Roberto Marinho. Uma perda para a biodiversidade." - Greenpeace
- "Era velho? Então tem mais é que morrer!" - Dóris
- "We regret the death of Roberto Marinho, one of the most important journalists in Argentina" - George. W. Bush
- "E essa vaga na ABL? Vai pra quem?" - Jô Soares
- "Graças a Deus não foi nenhuma bala perdida!" - Garotinho
- "O Millôr tem uma boa frase pra isso: 'Se ele fosse um gato, teria 7 vidas'." - Cora Rónai
- "É seus filhos da puta! Vou enterrar vocês todos!" - Dercy Gonçalves
- Porra!!! A gente não vai poder fazer NENHUMA piadinha!!! - Turma do Casseta e Planeta
- "Minha vida perdeu o sentido..." - Leonel Brizola
Quando eu falo ninguém acredita. Cada dia no mundo jurídico é um kinder ovo: um chocolate, um brinquedo e uma surpresa. Olha a pérola do depoimento de uma das envolvidas em um crime, num processo que estou analisando. Que beleza, coitada da criança. O duro é que o infelizinho ganhou esse nome mesmo... Esse povo é muito maluco.
"o falecido disse logo que iria se casar com a declarante e que o filho que teriam seria chamado de Lifersom, que para ele significava som e vida; que mesmo antes de que a interrogada engravidasse, o falecido colocava um pratinho ao lado dele na mesa e encenava estar chamando seu filhinho para comer; que muitas vezes ele dizia 'Lifersom, venha comer'; que quando o menino nasceu , ele ficou muito feliz e deu o nome desejado, com a concordância da interrogada, que queria que se chamasse Luan".
Não parou aí. Tem mais. As pessoas que mataram a vítima (na porrada) foram descritas como "parrudas", "grandonas", enquanto a vítima foi descrita como "miúdo". Olha o que uma das acusadas disse:
"o finado não era fraco, mas seus irmãos são grandes como a declarante".
Hoje de manhã, atrasei-me vergonhosamente pro trabalho. Pudera, ontem ficamos até quase uma da manhã na casa da Patilda, comendo risoto de camarão, sorvete e jogando conversa fora.
Ao chegar atrasadésima pro trabalho - mas em cima do salto, arrumadinha, perfumadinha e maquiadinha (quando estou com muito sono, só consigo fazer isso no diminutivo) - encontrei um ex-rolo que havia me dado muuuuitos canos. Que delícia. Lembrei na hora da Dani, com a história do chassi de frango. Que delícia, que delícia.
O tipinho não sabia o que fazer com as mãos e eu lá, linda, cacheada e perfumada, olhando, pensando como ele tinha embagulhado vertiginosamente, como aquela camisa definitivamente não combinava com o terno, como os dentes dele estavam feios e imaginando o que me levou a ter me apaixonado por aquele tipinho.
Meninas, guardem isso pra sempre: NUNCA, JAMAIS, EM TEMPO ALGUM, saiam de casa sem rímel e um lapizinho no olho, no mínimo.
Você nunca sabe quando Deus vai possibilitar esses adoráveis momentos de vingança.
O blogger liberou uma fotinha apenas... Mas a gente tem que se contentar com o que tem, como diria a Pollyana. Essa figurinha que está escalando meu braço é o Chiquinho, uma tiriba macho muito dado.
Esse fim de semana, fui pra Camboriu com a Kath, o Paulo e anexos. Em Joinvile, conheci o Chiquinho, uma tiriba macho simpaticíssimo. Repara o tipo da criatura. Ele vai no ombro das pessoas sem a menor cerimônia e encosta a bundinha no pescoço pra se esquentar. Tipinho...
(vou postar as fotos assim que o blogger parar de dar piti)
E a volta foi inesquecível. Ficamos cantando as músicas do Vando (que o Paulo tinha gravado em mp3) e escutamos Língua de Trapo, Screch Music (é isso, Kath? - nunca mais vou conseguir ouvir Marisa Monte depois dessa experiência...) e Velhas Virgens.
Eu quero fins de semana assim pra sempre. Só não dei beijo na boca, mas em compensação comprei uma sandália sensacional. Boa troca...
Ontem, comi o melhor brownie da minha vida. Se vocês querem ser felizes, vão na Prestinaria, peçam brownie de nozes com sorvete de trufas com morango e se acabem.
Um professor de Direito perguntou a um dos seus estudantes: "Se você quiser dar a Paulo uma laranja, o que deverá dizer?" O estudante respondeu: "Aqui está, Paulo, uma laranja". O professor gritou, furioso: "Não! Não! Pense como um advogado!" O estudante respondeu: "Ok. Eu diria... eu, por meio desta dou e concedo a Paulo e somente a ele a propriedade em exclusivo e benefícios futuros, os direitos, as reivindicações, títulos, obrigações e vantagens no que concerne à laranja em questão, juntamente com sua casca, sumo, polpa e sementes, e todos os direitos e vantagens necessários para morder, cortar, congelar e de outra forma comer a referida laranja, ou cedê-la com ou sem casca, sumo, polpa ou sementes, e qualquer decisão contrária, passada ou futura, em qualquer petição, ou petições, ou em instrumentos de qualquer natureza ou tipo ficam assim revogadas."
Não, não é uma citação de Paul Rabbit. É só uma constatação de como é fácil me fazer feliz. Banho pela manhã cedo, uma escovinha básica no cabelo e um sapato novo, pra valorizar minha tatuagem no pé. Ganhei o dia. Pra ficar perfeito, só falta beijo na boca.
amo
tatinho, gosto de café, cheiro de filhote, beijo na boca, fungada no cangote, chocolate,
dormir no sol, música boa, jogar conversa fora, caipirinha de morango com vodca,
bichos de estimação que dormem no colo da gente, passear no parque, conhecer
gente nova, cozinhar, ler, lavar o cabelo, fazer maquiagem, rir muito, sabor de pimenta,
dança do ventre, feriado, sexo com qualidade, cheiro de banho, homem cheiroso,
minhas tatuagens, sapatos
odeio
pagode bundinha, gente babaca, mau humor, coração de galinha, moela, ressaca, buzina,
invasão de território, levar um cano, levantar muito cedo, ficar com a bexiga cheia,
meia desfiada, fatura de cartão de crédito, mau hálito