perolada


ano novo,

casinha nova!!

Mudei!!!

agora o endereço é http://perolada.wordpress.com. Atualizem aí, e apareçam!!!!



mais um pitaco da perolada às 11h54
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oláaaaaaaaaaaaaaa

Amados, passando rapidinho pra dizer que tou arrumando a casinha nova do blog. Logo logo, novo formato, novo sabor, mas com as bobagens de sempre.



mais um pitaco da perolada às 09h31
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aiai.

A Gui desmamou ontem. Não me quis mais, não quis pegar o peito de jeito nenhum. Que bom que a transição foi suave pra ela.

Agora só falta EU desmamar dela...



mais um pitaco da perolada às 10h12
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(continuação)

* ter filhos é mais difícil pra mulher do que pro homem: é sim. Por melhor que seja o marido (e eu tenho o melhor marido do mundo), a carga mais pesada é nossa. A fatia mais azeda tá conosco. É a gente quem acorda pra dar de mamar, é nosso peito que amamenta e cai, é nosso corpinho que se arrebenta. Por outro lado, é conosco que o vínculo é, pelo o menos nos primeiros meses, maior. Talvez compense, como consolo. Mas em um ano e meio tudo muda, e aposto que ela vai falar “papai” antes...

* o corpinho volta ao que era antes: Deus ajude. Tenho fé. Até agora, só fé.

* dá pra criar filho sozinha, tipo produção independente: Tá santa, louca??? Nem a pau. A única maneira de fazer isso é tendo muita grana (pra se cercar de ajudantes) ou ficar devendo pedra pra mãe pro resto da vida. Impossível, não tem como fazer isso sem acumular uma dose grande de ressentimento, ou sem acabar por jogar na cara do filho uma hora ou outra, tipo “eu me matei pra te criar”. Fácil entender, nesse país besta que temos, o quanto de mãe amargurada que existe por aí, por conta dos homens felasdapóta que as largaram com as crianças.

* ser mãe é ter o coração fora do corpo: é a mais pura verdade. A gente fica com medo de tudo, pelo nosso bebê. Medo de vento, de frio, de calor, de mosquito, de amar demais, de amar de menos, de uma gripezinha. Uma esquizofrenia básica, um surtinho por dia.

* maternidade dá coragem: dá sim, toda a coragem do mundo, por mais contraditório que seja com o item anterior. Eu mato e morro pela Gui, e não apenas no sentido metafórico. Tenho certeza que adquiri a capacidade de matar, fisicamente, alguém que faça mal a ela. Descobri que tenho uma força e uma coragem de lutar por ela e pelo seu bem estar que nunca imaginava que podia ter.

* filho vira assunto único na vida de mãe: bão, acho que esse post diz tudo, não? Se bobear, tou falando dela até pro cobrador de ônibus.

* a gente fica sem tempo de fazer as coisas: No meu caso, não. Aprendi a valorizar o tempo livre, tou rendendo que é uma beleza. Exige organização e listagem imediata das prioridades: o que estou mais nessa hora? Com sono? Com sede? Fedida? Com prazo pra terminar? Com louça pra lavar? Uma vez feita essa lista imediata de prioridades, vou ticando o mais rápido que posso. Dá.

* coprofilia: ser mãe é se interessar, genuinamente, pelas necessidades fisiológicas do seu filho. O cocô da minha filha é um assunto importantíssimo pra mim, eu e Maguido podemos ficar horas discutindo isso, analisando forma, conteúdo, quantidade.

* quando se tem filho, surge o instinto materno/paterno: Balela, conversa mole. Isso não existe. O que chamam de instinto materno/paterno é o nome socialmente aceito pra tentativa e erro. Esse instinto nada mais é do que empirismo somado à experiência: quanto mais os dias passam, mais você conhece seu filho e mais aprende com ele sobre ele. A gente não sabe nada de pronto não, é preciso ser humilde e reconhecer essa incapacidade, aprendendo a cada dia. Achar que sabe tudo é a pior coisa, pra todos.

* só quem tem filho entende quem tem filho: uma verdade universal. A gente aprende a não julgar, é impressionante. Quando a gente vê criança fazendo birra ou tendo piti, o olhar é de compreensão e solidariedade, e não mais de repreensão.

* a gente aprende o sentido do amor incondicional: é a mais pura verdade. Acho que o objetivo de ter filhos, carmicamente falando, é passar por essa experiência. Só isso explica.



mais um pitaco da perolada às 23h18
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(continuação)

* ser mãe é ouvir palpites: é verdade. Parece que todo o mundo sabe criar seu filho melhor do que você. As pessoas acreditam, sinceramente, que podem dar pitacos na sua vida. Gente que não tem filhos acha que pode dar palpite, é impressionante. O pior é que a tentação de pitaquear na vida dos outros vem pra gente também. Ó o que eu tou fazendo agorinha mesmo...

* maternidade e culpa andam juntas: é sim, andam de mãozinha dada. Pessoalmente, sinto culpa quando amamento (porque não sei se ela tá mamando o suficiente), quando dou a mamadeira (porque não tou dando o peito), quando saio pra trabalhar, quando delego algumas funções. O jeito é respirar fundo, entoar o mantra e tocar o barco.

* depois que o bebê nasce, o cabelo cai demais: ó deus, vou ficar careca. Durante a gravidez, meu cabelo tava lindo, farto, brilhante. Agora tá caindo tudo, tou perdendo mais cabelo que a Benedita, minha gata. Todo o dia de manhã, a Maria (que cuida da Gui e da gente também) dá umas escovadas na Benê, pra diminuir um pouco a queda de pelos pela casa. Tou pensando em pedir pra ela me escovar também...

* a vida sexual muda: muda sim. Estamos com a vida sexual semi-ativa, hohoho, mas estamos colocando em prática os planos pra volta ao que era antes (ou pelo o menos, perto do que era antes). Acredito, sinceramente, que a qualidade da vida sexual do casal depende da postura do marido como pai. Eu me apaixonei pelo pai que Maguido se tornou, então minha vontade dele aumentou, porque tenho mais uma faceta do meu homem pra amar. Mas tenho certeza que, se Maguido não fosse como é, seríamos aqueles casais que transam a cada dois meses. Retomar a vida sexual exige, por parte da mulher, muita boa vontade e empenho. A coisa mais fácil do mundo é dizer “ai, hoje (insira aqui a expressão a seguir que parecer mais adequada): a) tou cansada; b) tou com sono; c) meu peito tá doendo; d) meu peito tá vazando; e) tou com cólica; f) tou com dor de cabeça, g) tou com dor nas costas; h) tou com dor no braço; i) tou com dor em tudo; j) tou sem saco; h) tou com câimbra”. Eu podia seguir com essa lista até amanhã. Maternidade judia da gente.



mais um pitaco da perolada às 23h17
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Maternidade – mitos e verdades
(ou o post-desabafo do balanço de três meses)

Bão, após três meses, acredito que já dê pra fazer um balanço dos mitos e verdades relacionados à maternidade. Vamolá.

* amamentação é fácil e natural: não é porra nenhuma. Maguido fala que se fosse assim tão bom não tinha tanta propaganda. É verdade. Pra mim, foi uma experiência ao mesmo tempo linda,  emocionante e absolutamente frustrante. Não tive leite suficiente, apesar da peitarama, o que prova que embalagem não é tudo. O problema é que só fomos descobrir a deficiência de lactação quando a Gui já tava com 45 dias, quando mudamos de pediatra. Nesse tempo, ela perdeu preciosos 45 dias de crescimento, era um chororô só, eu ficava de 2 a 3 horas com ela pendurada em mim a cada mamada. Depois da descoberta do problema, remédio e homeopatia ajudaram muito, mas não resolveram de todo. O pior é que a propaganda é tão forte e intensiva pra amamentarmos, que, quando não dá certo, a sensação de impotência e incapacidade é imensa. Me sentia imprestável por não conseguir amamentar minha filha a contento, especialmente quando via reportagens ou propagandas na tv. Convenhamos, a imagem da Luíza Tomé (assim que escreve?) com aqueles peitos gigantes e um bebê em cada um deles chegava a ser opressora. Foi só depois de muita auto-análise, muita conversa com Maguido e com a ajuda incomensurável das meninas do LV do Mothern é que consegui incorporar o mantra do Culpa não!!! e aceitar a mamadeira como complemento inevitável. Hoje, amamento de manhã, à noite e de madrugada, e o dia todo vai na mamadeira. Às vezes, as mamadas são complementadas com a mamadeira, porque tem dia que não tem leite mesmo. Tou mais tranqüila, a Gui tá crescendo a olhos vistos e dormindo muito bem. Modos que, se o seu bebê não mamar em 20 minutos e dormir, procure o pediatra. Não existe leite fraco, mas existe pouco leite.

* amamentar emagrece: pfffffffffffffffffffffffff. HAHAHAHAHAHAHAHA. Muito engraçado. Até pode ser que a produção de leite consuma calorias, mas ninguém fala da fome animal que dá quando estamos amamentando.

* a gente nunca mais dorme: pode ser verdadeiro, dependendo da criança. Com a Gui, no começo não dormia mesmo, por causa da ignorância acerca do problema com a produção de leite. Ficava com ela pendurada no peito das três às seis da manhã, todos os dias, pra dormir umas duas horinhas e depois voltar pras mamadas. A Gui tinha o maior piercing de língua do mundo: eu.  Tava convicta que ser mãe era azedar no paraíso. Meu objetivo pessoal era tomar um banho por dia – se eu fizesse isso, tava feliz. Agora que resolvemos as mamadas, tá lindo. A bichinha dorme que é uma beleza, só acorda à noite pra uma mamadinha.

* maternidade muda tudo: muda mesmo. Nada mais é como antes, pro bem e pro mal. Mais pro bem do que pro mal.

* maternidade é um aprendizado, cada dia é uma coisa nova: é a mais pura verdade. Cada dia é uma descoberta, cada dia a gente fica mais familiarizada e íntima do bebezinho. E cada dia o nenê aprende algo, é um deslumbramento com a capacidade de aprendizado e com a absoluta determinação com a qual eles encaram a vida.



mais um pitaco da perolada às 23h17
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eu volto logo

Prometo.



mais um pitaco da perolada às 11h11
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guizuca

Nossa besourinha tá tudo.

Tá rindo, interagindo, uma docinha, um presente. É a coisa mais deliciosa. Loira do olho azul, a mocinha:

É uma delícia, repito. Olhando pra trás, vejo que os três primeiros meses foram dose. É meio frustrante, porque ela interagia pouco, e chorava pra tudo (chorar era a única forma de expressão que ela sabia). Agora não, tá uma festa. Ela aprendeu a ranhetar, então ela chia antes de chorar. Tá acordando de bom humor, ri pra tudo, se abre toda, uma coisa encantadora.

A Ale deu um móbile pra ela, gigante, parece um disco voador, toca música e gira como um carrossel. Ela enlouquece, parece um besouro de barriga pra cima: mexe tudo, quer pegar, já entendeu a mecância da coisa e sabe qual bichinho que vai girar na ordem.

Começou a dormir no berço, se adaptou superbem, nem acredito. Adora aquele berço, é fofésimo de ver.

E cresceu: tá com 53cm e 4110g, as perninhas tão engrossando, o queixinho tá ficando duplo. E tem mais manias que tamanho. Pra dormir, tem que ser com dois paninhos. Não um, mas dois, dos pequenos. Ela fuça, mexe, cheira, se aperta com eles, acorda com um em cada mão. Até pode dispensar a chupeta, mas não dispensa os paninhos. E tem umas manias de estrelinha, quando começa com isso a gente chama ela de Ingrid Regina, a Diva (o nome dela é só Ingrid).

O duro tá sendo voltar a trabalhar. O sentimento é absolutamente contraditório. Ao mesmo tempo que é uma delícia voltar e ter minhas coisas pra fazer, é HORRÍVEL voltar e ter minhas coisas pra fazer sem ela por perto. Ontem, consegui ligar pra Má (a moça que cuida dela) só uma vez durante à tarde, embora tivesse pego no telefone 16 vezes. Aiai. Tomara que eu me acostume.



mais um pitaco da perolada às 11h10
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oi oi oi!!!

Queridos, que saudade!!! Obrigada pelos comentários, vou tentar respondê-los mais tarde. Iscrusivi, vou tentar vir aqui mais vezes, hoho.



mais um pitaco da perolada às 10h56
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a gatinha

A Gui tá liiiiiiinda...

Caras, maternidade é tudo de bom. Quase mata a gente, mas é tudo de bom.

A Gui tá fofa e linda e gostosa. Tá maior, crescendo, ganhando peso. Fomos ao pediatra hoje, ela já tá com 3010g (o que, pra quem saiu do hospital com 1850g, é um imenso ganho) e 47cm (cinco a mais do que ela nasceu).

Descobrimos que eu tava com pouco leite, apesar da peitarama e dos mais de 24 cm de peito que ganhei durante a gravidez. A Gui levava 40 min em cada peito em cada mamada, então eu tava me sentindo um sagüi, com o filhote pendurado no peito. Fora que ela continuava chorando e achava tudo ruim. Agora tá uma beleza. Tou tomando um remedinho pra estimular a produção de leite, um santo amém. Agora ela mama 12 min em um peito só, e tá alimentada, sem stress, engordando visivelmente.

Ela tá começando a sorrir pra nós. Ainda tá esporádico, mas é a coisa mais fofa do mundo. Acho que ela tem as sobrancelhas do Babai, e tudo indica que vai ter o sorriso da tia Ale - ela sorri de ladinho e faz dois risquinhos na lateral da boca. E range, meu deus como range. Já falei pra Maguido comprar wd40 pra passarmos nas juntas :).

Aliás, aproveitem a promoção. Tamos vendendo fraldinhas sujas, a dérreau o quilo. Enroladinhas, ótimas pra jogar em pessoas inconvenientes e em políticos. O segundo turno tá aí.



mais um pitaco da perolada às 19h29
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trivial variado

 olás!!! saudade de vocês, queridos! entro aqui todo o dia, mas quem disse que dá pra postar?

 então vai ter segundo turno. Que beleza! Isso ajuda a abaixar a bola do Déspota Cachaceiro. No mínimo, haverá discussão e, mesmo que o Molusco ganhe, vai ter valido a pena pelo questionamento. A Bonita tá até falando em ir pra debates agora, que lindo. Entre o Chuchu e o Molusco, acho o Chuchu mais saudável. O Molusco não é kosher.

 elegeram o Colllllor (que vai entrar na vaga deixada pela Heloena Helisa (copyright da Cam), ó ironia das ironias. O destino é realmente um gozador, LFV tava certo.

 e elegeram o Paolo Mallufo, a Clodovéia, o Cachorrinho dos Teclados, o Vedo-in. Esse, definitivamente, não é um país sério. Tou apostando que o pessoal do Pânico vai armar acampamento na frente da casa da Clodovéia pra dar parabéns, quero ver isso.

 os  nomes foram alterados pra evitar que o gúgol se meta por aqui sem necessidade.



mais um pitaco da perolada às 18h57
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mas será impossível?

Agora que tou direto em casa, vendo TV a cabo sem parar, fico mesmerizada com os infomerciais. Vendo aquele povo lutando com uma escadinha que fica em 380 posições, ou com uma mesa de apoio pra comer ou pra trabalhar e que se inclina pra você não ter que se inclinar, ou, pior ainda, com uma mangueira que supostamente se enrola com mais facilidade e usa tecnologia dos bombeiros, fico absolutamente espantada: como, em o nome do senhor, esse povo chegou à lua??? Como é que um povo tão atrapalhado é a maior potência mundial?



mais um pitaco da perolada às 16h30
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hostage

 olás!

 adoro ler os comentários de vocês :)

 a Gui tá fofésima. Já alcançou os dois quilos, deixando oficialmente de ser um cisquinho e passando a ser apenas um nenê pequeno. No momento, ela dorme no carrinho do meu lado, soltando pequenos miadinhos enquanto sonha e tenta dar um download, enchendo a caixa de itens enviados (a.k.a. fraldinha). Fofésima.

 minha vida tá em função dela, perdi completamente a identidade. Sou o frigobar ambulante da Gui, só faço o que ela deixa e quando ela deixa. Amamentação à livre demanda é issaê. Tou sofrendo com a síndrome de estocolmo e achando tudo lindo. Mas como não se apaixonar por essa raptora?

 a coisa mais interessante de ser mãe é ver como a rotina, efetivamente, vira do avesso. Entra em ação um fator importantíssimo: o fator QD - quando der. Tou me acostumando a acordar de madrugada pra amamentar, a tomar café da manhã em horários improváveis, a lavar o rosto às três e meia da tarde, a almoçar no horário do lanche, a tomar banho nas janelas de tempo que sobram. E, ainda, achando tudo lindo.

 novamente, maternidade somente é possível por conta de Maguido. Sem Maguido, impossível. Colo, carinho, cafuné, troca de turno, banhos na nenê. Só com Maguido.

 quando a gente tá grávida, ouve as coisas mais horríveis e pavorosas sobre quando o nenê nasce. Que a gente não dorme, que tudo muda, etc. etc. É verdade. Mas o que ninguém conta, ninguém mesmo, é a loucura insana de felicidade que é o seu filho, que você fez e pôs no mundo, se acalmar com o som da sua voz ou com o toque da sua mão. Caras, isso simplesmente não tem preço.



mais um pitaco da perolada às 16h26
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e sobre the cat case

O nome da ex-Olivier ficou Benedita. E por um motivo óbvio. Se ela estivesse na rua, estaria cheia de vermes e pulgas, subnutrida, carente e, por conta do cio, com uns cinco bacurizinhos pra alimentar. A típica representante da maioria da mulher brasileira: preta, pobre e favelada, o slogan da Benedita da Silva.

Salomé e Benedita, uma dupla de duas gatas.

Aliás, e só pra constar, fuck all of the people que nos encheram o saco por causa das gatas e da nenê. A coexistência é a mais pacífica do mundo, elas compreenderam que a Gui é nosso filhote e cuidam dela. Quando ela chora, a Benê é a primeira a vir ver, e a preocupação das duas com as cólicas é simplesmente comovente. A gente tem que afastar a nenê dos perigos, e isso inclui gente chata.



mais um pitaco da perolada às 11h43
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então

 bão, tamos aê.

 antes de mais nada, obrigada, pra toooodos, pelos comentários. Dá pra imaginar que não tive tempo de responder, mas li (lemos, eu e Maguido) todos eles, obrigada, vocês são uns doces.

 a Gui tá uma fofa. Ela é insuportavelmente linda, pra onde vamos forma uma chacrinha em volta de nós pra ver a criaturinha. Nossa menina nasceu pra ser zuzesso.

 a Gui é um cisquinho de gente. Nasceu com 37 semanas, com 2100g e 42cm, saiu do hospital com 1850. Tá mamando bastante, modos que tá crescendo. Tive pressão alta a partir da metade da gravidez (DHEG - Doença Hipertensiva Específica da Gravidez), o que impediu que ela crescesse como deveria. Tive que fazer repouso (hoohoho, até parece que consegui) e controlar a pressão diariamente no hospital. Fui pra cesárea com 17x12 de pressão, um absurdo. O importante é que ela nasceu bem, saudável, não precisou ficar em UTI nem nada, ficou conosco direto desde o primeiro dia. Agora é crescer fora de mim, coisa que ela já ta fazendo.

 Sabe aquela história de que filho muda a vida da gente? É verdade. A Gui tem 14 dias, e parece que nos conhecemos há 14 mil anos. Não sabemos mais como era antes dela, impressionante. Tou absolutamente apaixonada por uma loirinha mignon que é meu tipinho. Tem outra mulher na vida de Maguido e tou achando ótimo.

 Ter um nenê é como uma experiência com ácido. Parece uma alucinação. Coisa de doido.

 E sim, cólica sucks.

 Cheguei à conclusão de que instinto materno é o nome que se dá pro empirismo da mãe desesperada. Que instinto materno, que nada. É tentativa e erro, adivinhação pura. Esses bichinhos não vêm com manual. Meu celular, que é muito mais simples de operar, vem com um detalhado manual de instruções, indicando onde estão todos os botõezinhos. A nenê não vem nem mesmo com um folderzinho de dicas, nem mesmo um quick start básico. Se vira, minha nêga.

 E por falar em manual, fica fácil entender o motivo pelo qual as pessoas mais velhas se recusam a ler manual de instruções. Se eles lidaram com um nenê e se deram bem, pra que manual? Que mané manual?

 Impossível ter a Gui sem Maguido. Maguido superou toda e qualquer expectativa. Troca fralda, acalma nós duas, dá banho. Até agora não dei banho na Gui, e só fui trocar a primeira fralda após uma semana. É função de Maguido. É maravilhoso amar o pai que ele é, ter mais um de Maguido pra amar.

 Eu sou uma mãe insuportável, hohoho. Sara Bronstein, a mãe judia que me habita, é uma bendelha. Adivinha se a Gui não tá de casaquinho.

 



mais um pitaco da perolada às 11h37
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amo
tatinho, gosto de café, cheiro de filhote, beijo na boca, fungada no cangote, chocolate, dormir no sol, música boa, jogar conversa fora, caipirinha de morango com vodca, bichos de estimação que dormem no colo da gente, passear no parque, conhecer gente nova, cozinhar, ler, lavar o cabelo, fazer maquiagem, rir muito, sabor de pimenta, dança do ventre, feriado, sexo com qualidade, cheiro de banho, homem cheiroso, minhas tatuagens, sapatos

odeio
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